segunda-feira, 13 de agosto de 2018

DEUS, E A MELHOR PORÇÃO DO CRISTÃO...P/03...13/08/2018






Questionem-se, portanto, não apenas se escolheram o gozo de Deus no céu como sua mais alta porção e felicidade, mas também se escolheram a Jesus Cristo antes de todas as coisas, como o caminho para o céu; e isso com um senso da excelência de Cristo, e do caminho da salvação por Ele, como sendo algo [que serve] para a glória de Cristo e da soberana graça.
É o caminho da livre graça, pelo sangue e justiça do bendito e glorioso Redentor, o caminho mais excelente para a vida em sua estima?
 Isso acrescenta valor para a herança celestial que é desta forma conferida?
 Isso é muito melhor para vocês que ser salvo por suas próprias justiças, por quaisquer de suas realizações, ou por qualquer outro mediador?”
“Se vocês pudessem passar a eternidade neste mundo, escolheriam antes viver em circunstâncias humildes e rebaixadas, tendo a graciosa presença de Deus, a viver para sempre na prosperidade sem Ele? Prefeririam gastá-la no santo viver, servindo e andando com Deus e no gozo dos privilégios de Seus filhos?
Deus, com frequência, Se manifestando a vocês como Pai, revelando-lhes a Sua glória, manifestando Seu amor e levantando a luz do seu rosto sobre vocês!
Escolheriam antes essas coisas, embora em pobreza, a abundar nas coisas mundanas, vivendo na opulência e prosperidade, e, ao mesmo tempo, sendo um estranho à aliança de Israel?
Poderiam se satisfazer em não estar em relação filial com Deus, não gozar de gracioso relacionamento com Ele, não tendo direito algum de serem reconhecidos como filhos?
Ou tal vida, mesmo que com enorme prosperidade terrena, seria por vocês estimada como miserável?”
“Este é o caminho para fortalecer os exercícios da graça, vivificá-los, e torná-los mais frequentes, e assim serem satisfeitos em ter um espírito de amor supremo a Deus.”
“[...] não há sinal de sinceridade mais insistido na Bíblia que este: que neguemos a nós mesmos, vendamos tudo, esqueçamos o mundo, tomemos a cruz, e sigamos Cristo aonde quer que Ele vá.
Portanto, corram dessa maneira, não na incerteza; assim lutem, não como quem desfere golpes ao ar; mas esmurrem seus corpos e os reduzam à escravidão.
E ajam não como se houvessem atingido a perfeição; mas fazendo uma coisa: „Esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.‟”
 “Quem tenho eu no céu senão a ti?
 E na terra não há quem eu deseje além de ti.”
(Salmos 73. 25)
Neste salmo, o salmista Asafe relata a grande dificuldade que havia em sua mente ao observar os ímpios.
Ele diz nos vv. 2 e 3: “Quanto a mim, porém, quase me resvalaram os
pés; pouco faltou para que se desviassem os meus passos.
Pois eu invejava os arrogantes, ao ver a prosperidade dos perversos”.
No v. 4, nos informa o que, nos ímpios, era o motivo de sua tentação.
Em primeiro lugar, observa que eram prósperos e tudo lhes ia bem. Observa também o comportamento deles na prosperidade e o uso que faziam dela; e que Deus, apesar dos abusos, aumentava-lhes a prosperidade.
Então, nos mostra de que maneira foi auxiliado nessa dificuldade, isto é, indo ao santuário, (vv. 16, 17), e procede para nos informar quais foram as considerações que o auxiliaram lá:
1-   A consideração do fim miserável dos ímpios.
Ainda que prosperem no presente, chegarão, contudo, a um lamentável fim (vv. 18-20).

2-   A consideração do fim bendito dos santos.
Embora esses enquanto vivem possam ser afligidos, contudo terão um fim feliz, (vv. 21-24).

3-   A consideração de que o justo possui uma porção muito superior à do ímpio, embora não possua outra porção senão Deus, como mostra o texto e os versículos seguintes.
Ainda que os ímpios vivam na prosperidade e não tenham problemas como os demais homens, contudo os piedosos, mesmo afligidos, estão em estado infinitamente melhor, porque têm Deus por sua porção.
Não precisam desejar nada mais, pois quem tem Deus, tem tudo.
Assim o salmista professa o senso e apreensão que teve das coisas: “Quem mais tenho eu no céu?
E na terra não há quem eu deseje além de Ti”
 (Sl 73:25)
TEM CONTINUAÇÃO.

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

DEUS, E A MELHOR PORÇÃO DO CRISTÃO...P/02...10/08/2018






“Os santos nem sempre estão nestes vívidos exercícios da graça: mas possuem tal espírito e têm o sensível exercício dele.
Desejam Deus e as realizações divinas mais do que todas as coisas terrenas; e buscam ser ricos em graça mais do que fazem para obter todas as riquezas.
Desejam a honra que procede de Deus, mais do que a dos homens
 (João 5:44)
e comunhão com Ele mais do que qualquer prazer terreno.
São do mesmo espírito que o apóstolo expressa em
Filipenses 3:8: „
Sim, deveras considero tudo como perda por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; por amor do qual perdi todas as coisas e as considero como refugo, para ganhar a Cristo.‟”
“O santo prefere o que já tem de Deus a qualquer coisa neste mundo.
O que foi infundido no seu coração na conversão lhe é mais precioso que qualquer coisa que o mundo possa ofertar.
As visões que, às vezes, lhe são concedidas da beleza e excelência de Deus, lhe são mais preciosas que todos os tesouros dos ímpios.
 Ele valoriza mais a relação de criança na qual está para com Deus, a união que há entre sua alma e Jesus Cristo, do que a maior dignidade terrena.
Essa imagem de Deus que está estampada em sua alma, ele valoriza mais do que quaisquer ornamentos terrenos.
 Em sua estima, é melhor ser adornado com as graças do Espírito Santo de Deus do que brilhar em joias de ouro, e com as mais caras pérolas, ou ser admirado pela maior beleza exterior.
Valoriza mais o manto da justiça de Cristo, que tem em sua própria alma, do que os mantos de príncipes.
Prefere os prazeres e delícias espirituais que, às vezes, tem em Deus, muito mais que todos os prazeres do pecado.
Salmos 84:10: „
Pois um dia nos teus átrios vale mais que mil; prefiro estar à porta da casa do meu Deus, a permanecer nas tendas da perversidade.‟”
“[...] um homem piedoso prefere Deus a todas as coisas que espera neste mundo.”
“É o espírito de um homem piedoso preferir Deus a qualquer gozo terreno que possa conceber [...]
Ele prefere Cristo aos reinos terrenos.”
“[...] o justo, ele é feliz. Isso porque Deus, que é imutável, é sua porção preferida.
Embora enfrente perdas temporais, seja privado de muitas, sim, até mesmo de todas as alegrias transitórias, contudo Deus, a quem prefere acima de tudo, ainda permanece e não pode ser perdido.
Enquanto está neste mundo mutável, cheio de problemas, é feliz, pois sua porção escolhida, sobre a qual constrói o fundamento de sua felicidade, está acima do mundo e acima de todas as mutações.
E quando vai ao outro ainda é feliz, pois sua porção permanece.
Pode ser privado de tudo, exceto de sua principal porção; sua herança permanece segura.”
“[...] como é grande a felicidade daqueles que escolheram a Fonte de todo bem, que O preferem a todas as coisas no céu ou na terra e que jamais podem ser privados dEle por toda a eternidade!”
“[...] ninguém pode usar a linguagem do texto e dizer:
 „Quem mais tenho eu no céu?
Não há outro em quem eu me compraza na terra‟, senão os santos.
A escolha de um homem é o que determina seu estado.
O que escolhe Deus por sua porção e O prefere a todas as coisas é um homem piedoso, pois esse O escolhe e adora como Deus.
Honrá-lo como Deus é considera-Lo acima de todas as coisas; e se alguém O honra como o seu Deus, seu Deus Ele é; há uma união e relação de pacto entre esse homem e o verdadeiro Deus.
Todo homem é à semelhança de seu Deus.
Se quiser saber quem é o homem, se é piedoso ou não, questione-o sobre quem é o seu Deus.
Se o verdadeiro Deus for aquele a quem tem supremo respeito, a quem considera acima de tudo, sem dúvidas, ele é um servo do Deus verdadeiro.
Mas se o homem tem algo a mais pelo qual tem maior respeito do que a Jeová, então este homem não é piedoso.”
“[...] vocês acham que têm desejo de ir para o céu, então se questionem quanto ao porquê disso.
É precipuamente por querer estar com Deus, ter comunhão com Ele, e ser conformado a Ele para que possam vê-Lo, e desfrutá-lo lá?
É esta a consideração que guarda seus corações, e desejos e expectativas em relação ao céu?”
“Vocês preferem Cristo a todos os outros como o caminho para o céu? Aquele que escolhe verdadeiramente Deus, O prefere em cada pessoa da Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo:
o Pai, como seu Pai; o Filho como seu Salvador; o Espírito Santo como seu Santificador.
TEM CONTINUAÇÃO.




quarta-feira, 8 de agosto de 2018

DEUS, E A MELHOR PORÇÃO DO CRISTÃO...P/01...08/08/2018









“Quem tenho eu no céu senão a ti?
E na terra não há quem eu deseje além de ti.”
(Salmos 73. 25)
“É o espírito de um homem verdadeiramente piedoso preferir
 Deus antes de todas as coisas, quer no céu, quer na terra.”
“Todo homem e mulher piedosos tem o céu no coração.
Suas afeições estão depositadas no que deve haver lá.
O céu é sua pátria e herança escolhidas.
Ele tem consideração pelo céu assim como um viajante, que
 esta em terra distante, tem pelo seu país.”
“O céu é a morada do Pai dos verdadeiros santos.
João 14:2:
„Na casa de meu Pai há muitas moradas.‟
João 20:17: „
Subo para meu Pai e vosso Pai.‟”
“Agora, a razão pela qual os piedosos têm desse modo o coração
 no céu é porque Deus está lá é o palácio do Altíssimo.
É o lugar onde Deus está gloriosamente presente, onde
 Seu amor é gloriosamente manifesto, onde o piedoso
 pode estar com Ele, vê-lo como Ele é, e amá-Lo, servi-Lo, louvá-Lo e gozá-Lo perfeitamente.
 Se Deus e Cristo não estivessem no céu, não seriam
 tão ávidos em buscá-lo, nem suportariam tantas dores
 em uma laboriosa jornada através deste deserto, nem
 a consideração de que irão ao céu após a morte serviria
 de conforto nos labores e aflições.
 Os mártires não suportariam sofrimentos cruéis de seus perseguidores com uma alegre perspectiva de irem ao céu, 
se lá não esperassem estar com Cristo, 
e regozijar-se com Deus.
Não iriam alegremente esquecer suas posses terrenas, 
e todos os amigos mundanos, como milhares deles
 fizeram, vagando na pobreza e na rejeição, 
sendo indigentes, afligidos, atormentados, trocando
 sua herança terrena por uma celestial, não fosse
 sua esperança de estar com seu glorioso Redentor
 e com o Pai celeste.
O coração do crente está no céu, porque o seu tesouro
 está lá.”
“Alguns supõem que há no céu delícias bem diferentes
 daquelas que as Escrituras nos ensinam.
Os muçulmanos, por exemplo, supõem que no céu
 devem ser desfrutados todos os tipos de delícias
 e prazeres sensuais.
Muitas coisas que Maomé inventou são das mais convenientes
 para as luxúrias e apetites carnais dos homens
 que se possa imaginar, e, com elas, lisonjeou
 seus seguidores.
Mas os verdadeiros santos não conseguem imaginar
 algo mais adequado para as suas inclinações
 e desejos do que o que está revelado na Palavra de Deus:
um céu de gozo do Deus glorioso e do Senhor Jesus Cristo.”
“O piedoso está sensível que todas as diversões humanas
 não podem satisfazer a alma; e, portanto, nada
 o contentará senão Deus.
Ofereça a ele o que for, se o privar de Deus, considerar-se-á miserável. 
Deus é o centro dos seus desejos e quando você afasta sua alma do seu centro, ela não terá descanso.”
“O santo não desfruta senão um pouco de Deus neste mundo; 
não tem senão pouca intimidade com Deus, e goza um
 pouco das manifestações de Sua glória e amor divinos.
Mas Deus  prometeu lhe dar, no porvir, plena fruição.
E estas promessas são mais preciosas para o santo
 do que as mais preciosas joias terrenas.
O evangelho contém maiores tesouros, em sua estima, que os cofres de príncipes ou as minas dos índios.”
“Salmos 27:4:
„Uma coisa peço ao SENHOR, e a buscarei:
 que eu possa morar na Casa do SENHOR todos os dias
 da minha vida, para contemplar a beleza do SENHOR
 e meditar no seu templo‟.
Salmos 42:1, 2:
 „Como suspira a corça pelas correntes das águas, 
assim por ti, ó Deus, suspira a minha alma.
A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; 
quando irei e me verei perante a face de Deus?‟
Salmos 63:1, 2:
 „Ó Deus, tu és o meu Deus, eu te busco intensamente; 
a minha alma tem sede de ti!
Todo o meu ser anseia por ti, numa terra seca,
 exausta e sem água‟.
Veja também o Salmos 84:1-3 e Salmos 130.6:
 „A minha alma anseia pelo Senhor mais do que
 os guardas pelo romper da manhã.
Eu digo, mais do que os guardas pelo romper da manhã.‟”
TEM CONTINUAÇÃO.

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Servos Por Opção...06/08/2018




                                        Servos Por Opção

"Assim também vocês, quando tiverem feito tudo o que lhes for ordenado, devem dizer: ‘Somos servos inúteis; apenas cumprimos o nosso dever’" 

O apóstolo Paulo frequentemente se descrevia como um servo do Senhor Jesus Cristo. Não é a mesma coisa que nos horríveis tempos passados de escravidão, em que as pessoas eram forçadas a trabalhar para o seu Senhor. 
Ser um servo de Cristo significa servir a Deus. 
É uma coisa que se aceita livremente fazer.

Qual o objetivo de um servo? 
Agradar o seu senhor, fazer o que seu senhor quer que ele faça.
 Como 1 Coríntios 6:20 nos lembra: 
"Vocês foram comprados por alto preço. 
Portanto, glorifiquem a Deus com o corpo de vocês."

Não entenda mal. 
Não é como se Deus me houvesse pego à força e me obrigado a ser escravo Dele. 
Não. 
É mais como estar algemado num mercado de escravos. 
Jesus vem, olha pra mim e diz: 
"Quero esse". 
Aí ele me compra.

Então eu digo:
 "Muito bem, mestre, aonde quer que eu vá?"

"Quero que venha aqui porque vou tirar de você essas algemas."

"Caramba, assim me sinto bem melhor."

Aí Jesus diz: 
"Vamos ao Cartório".

"Para quê?"

"Agora vou adotar você como meu filho.
 Veja bem, você é meu escravo, mas é também meu filho."

"Quer saber?", eu digo. 
"Quero ser seu escravo para sempre".

É assim que funciona. 
Não sou escravo porque eu tenho que ser; 
sou escravo porque eu quero. 
O Oleiro que nos moldou é também nosso Pai que nos ama. 
Nosso Senhor é também nosso Amigo que nos quer bem. 
É assim que somos chamados a ser Seus servos.



quinta-feira, 4 de junho de 2015

O Enfraquecimento da Mensagem do Evangelho E Suas Consequências...04/06/2015


     

        

Um dos maiores crimes cometidos pela presente geração cristã é a sua negligência para com o evangelho, e uma negligência tal, que todas as nossas mazelas surgem.

O mundo perdido não é tão endurecido para com o evangelho quanto é ignorante dele porque muitos daqueles que o proclamam também são ignorantes quanto às suas verdades mais básicas.

Os temas essenciais que compõem o núcleo do evangelho
 a justiça de Deus, a depravação radical do homem, a expiação pelo sangue, a natureza da verdadeira conversão e a base bíblica para a certeza estão ausentes de muitos púlpitos.

As igrejas reduzem a mensagem do evangelho a algumas afirmações de credo, ensinam que a conversão é uma mera decisão humana e pronunciam a certeza da salvação a qualquer um que faça a oração do pecador.

O resultado desse reducionismo do evangelho é abrangente.

Primeiro, ele endurece ainda mais o coração do não convertido. Poucos dos “convertidos” modernos sequer chegam a fazer parte da comunhão da igreja, e aqueles que o fazem frequentemente se desviam ou têm uma vida marcada pela carnalidade.

 Incontáveis milhões andam por nossas ruas e se sentam nos bancos das nossas igrejas inalterados pelo verdadeiro evangelho de Jesus Cristo, convencidos ainda de sua salvação porque uma vez em suas vidas levantaram a mão em uma cruzada evangelística ou repetiram uma oração.

 Essa falsa sensação de segurança cria uma grande barreira que os impede de jamais ouvirem o verdadeiro evangelho.

Segundo, tal evangelho deforma a igreja, que vai de um corpo espiritual de crentes regenerados a um ajuntamento de homens carnais que professam conhecer a Deus, mas que por suas obras o negam.

Com a pregação do verdadeiro evangelho, homens vêm à igreja sem precisar de entretenimento evangelístico, atividades especiais ou promessas de benefícios além dos oferecidos pelo evangelho.

Aqueles que vêm o fazem porque desejam a Cristo e estão famintos por verdade bíblica, adoração sincera e oportunidade para servir.

Quando a igreja proclama um evangelho inferior, ela se enche de homens carnais que têm pouco interesse nas coisas de Deus, sendo a manutenção de tais homens um fardo pesado sobre a igreja.

A igreja então atenua as demandas radicais do evangelho em um moralismo conveniente, e a verdadeira devoção a Cristo dá lugar a atividades projetadas para suprir as necessidades de seus membros.

A igreja se torna uma igreja baseada em eventos, em vez de centrar-se em Cristo, e cuidadosamente filtra ou repagina a verdade para que não ofenda a maioria carnal.

A igreja deixa de lado as grandes verdades da Escritura e o cristianismo ortodoxo, tornando o pragmatismo (i.e., qualquer coisa que mantenha a igreja avançando e crescendo) a norma do dia.

Terceiro, tal evangelho minimiza evangelismo e missões a nada mais do que empreendimentos humanistas dirigidos por engenhosas estratégias de marketing, que são baseadas em um estudo cuidadoso da última moda.

Após testemunharem por anos a impotência do evangelho antibíblico, muitos evangélicos parecem estar convencidos de que o evangelho não funcionará e que o homem de alguma forma se tornou um ser muito complexo para ser salvo ou transformado por uma mensagem tão simples e escandalosa.

Há agora mais ênfase em entender nossa cultura decaída e seus modismos do que em entender e proclamar a única mensagem que tem poder de salvá-la.

Como resultado, o evangelho é constantemente repaginado para corresponder às demandas que a cultura contemporânea considera mais relevantes.

 Esquecemo-nos que o verdadeiro evangelho sempre é relevante a todas as culturas porque é a palavra eterna de Deus para todo homem.

Em quarto lugar, tal evangelho traz descrédito ao nome de Deus.

 Pela proclamação de um evangelho inferior, os carnais e os não convertidos se achegam à comunhão da igreja e, graças à quase total negligência à disciplina bíblica da igreja, lhes é permitido que permaneçam sem correção ou reprovação.

Isso suja a pureza e a reputação da igreja e faz com que nome de Deus seja blasfemado entre os incrédulos.

 No fim, Deus não é glorificado, a igreja não é edificada, o membro de igreja não convertido não é salvo e a igreja tem pouco ou nenhum testemunho para o mundo incrédulo.
O

segunda-feira, 1 de junho de 2015

SOCORRO DE DEUS...29/05/2015


                



                 SOCORRO DE DEUS...29/05/2015

"Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do SENHOR, que fez o céu e a terra." Salmos 121:1-2

 O Senhor é o nosso socorro bem presente em nossas vidas, Ele nos garante que é do alto que vem o nosso socorro, e Ele também nós garante que; todo dom perfeito e a sabedoria esta com Ele e vem do alto. O que precisamos fazer é ter o Senhor como o ar que respiramos e sentir a Sua presença sempre em nossas vidas. Deus o autor e consumador de nossa vida e criador do céu e da terra esta a nossa espera e com Ele somos mais do que vencedores. Então quando nos sentimos fracos e que nada da certo é engano, pois o Senhor sabe e esta junto conosco neste momento. Deixa Deus ser o seu socorro e o seu alto refugio.


Senhor, eu oro neste momento lhe pedindo perdão pelos nossos pecados, e lhe apresento, Senhor, neste momento as nossas dificuldades de aceitar aos seus desígnios e o que Tu nos ordena. Tentamos resolver as nossas dificuldades sozinhos, mas pela Sua graça que nos é dada a cada amanhecer, é que lhe peço, têm misericórdia de cada um de nós. Pai nos dá sabedoria e discernimento para sermos servos obedientes a ti, essa é a minha oração em o nome santo do Seu Filho amado, Jesus Cristo, amém.

sábado, 25 de abril de 2015

Ataque Total 22 - O Reino Místico da Morte - Walter Veith

Ataque Total 21 - A Nova Ordem Mundial - Walter Veith

Ataque Total 20 - A Mulher que Cavalga a Besta -

Ataque Total 19 - O Vinho de Babilônia - Walter Veith

Ataque Total 18 - As Duas Bestas se Tornam Amigas - Walter Veith

Ataque Total 17 - O Crime do Anticristo - Walter Veith

Ataque Total 16 - A Conexão -

Ataque Total 15 - Tiranos, Revoluções e Guerras -

Ataque Total 14 Mudando a Palavra ...

O Ataque Total - 13 │ A Batalha das Bíblias

O Ataque Total - 12 │ Agendas Secretas



COMPARANDO COM A BIBLIA VOCÊ NUNCA SERA ENGANADO.

O Ataque Total - 11 │Os Segredos por Trás das Sociedades Secretas



LENDO E CONFERINDO COM A BIBLIA VOCÊ NUNCA SERA ENGANADO.

O Ataque Total - 10 │ A Besta que Sai do Abismo



COMPARE TUDO COM A BIBLIA.

O Ataque Total - 9 │ O Soar das Sete Trombetas



VEJA O VIDEO, MAS NÃO ESQUEÇA DE ORAR E LER A BIBLIA.

O Ataque Total 8 - Os Sete Selos



COMPARE TUDO COM A BIBLIA.

O Ataque Total 7 - As Sete Igrejas



COMPARE COM A BIBLIA.

O Ataque Total 6 - O Apocalipse de Jesus Cristo



VEJA TUDO E ANALISA COM A BIBLIA, POIS A BIBLIA CONTEM A VERDADE DE DEUS.

O Ataque Total 5 │ O Homem por Trás da Máscara - O Anticristo



VEJA SE A BIBLIA FALA A MESMA COISA.

O Ataque Total 4 - As Névoas do Tempo



VEJA O VIDEO E COMPARE COM O QUE A BIBLIA RELATA.

Ataque Total 3 - Um Advogado Para o Nosso Tempo - Walter Veith



VEJA O VIDEO E COMPARE COM A BIBLIA, POIS SO ELA E NOSSO MANUAL DE VIDA.

Ataque Total 2 - Por Onde Andou Jesus - Walter Veith



VEJA SE TUDO BATE DE ACORDO COM A BIBLIA, POIS SO A BIBLIA E O ESPIRITO SANTO DE DEUS PODE TIRAR NOSSAS DUVIDAS.

Ataque Total 1 - Apenas um Outro Homem -



NUNCA DEIXE DE COMPARAR NADA COM A BIBLIA, POIS ELA E NOSSO MANUAL DE VIDA AQUI NA TERRA.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

PORQUE DEVEMOS PREGAR SOBRE A IRA DE DEUS.



 A pregação é a exposição pública da Escritura pelo homem enviado de Deus, na qual o próprio Deus está presente em juízo e em graça. O fiel ministério do púlpito requer a declaração tanto do juízo como da graça. A Palavra de Deus é uma espada afiada de dois gumes, que suaviza e endurece, conforta e aflige, salva e condena.

A pregação da ira divina serve como um pano de fundo negro, que faz o diamante da misericórdia de Deus brilhar mais do que dez mil sóis. É sobre a tela escura da ira divina que o esplendor da sua graça salvadora irradia mais plenamente. Pregar a ira de Deus exibe do modo mais resplandecente a sua graciosa misericórdia para com os pecadores.

Como trombeteiros sobre a muralha do castelo, que anunciam a vinda de uma catástrofe, os pregadores devem proclamar todo o conselho de Deus. Aqueles que ocupam os púlpitos devem pregar por inteiro o corpo de verdade das Escrituras, o que inclui tanto a ira soberana quanto o supremo amor. Não podem pegar e escolher o que querem pregar. Abordar a ira de Deus nunca é algo opcional para um pregador fiel  é um mandato divino.

Tragicamente, a pregação que lida com o juízo iminente de Deus está ausente de muitos púlpitos contemporâneos. Os pregadores se escusam ao falar da ira de Deus, isso quando não se silenciam por completo. Para magnificar o amor de Deus, muitos argumentam, o pregador deve minimizar a sua ira. Mas omitir a ira de Deus significa obscurecer o seu maravilhoso amor. Parece estranho, mas é falta de misericórdia omitir a declaração da vingança divina.

Por que a pregação da ira divina é tão necessária? Primeiro, o caráter santo de Deus a exige. Uma parte essencial da perfeição moral de Deus é o seu ódio pelo pecado. A.W. Pink assevera: “A ira de Deus é a santidade de Deus incitada a agir contra o pecado”. Deus é um “fogo consumidor” (Hebreus 12.29) que “sente indignação todos os dias” (Salmo 7.11) contra os ímpios. Deus “odeia a iniquidade” (45.7) e se enfurece contra tudo o que é contrário ao seu perfeito caráter. Ele irá, portanto, destruir (5.6) os pecadores no Dia do Juízo.

Todo pregador deve anunciar a ira de Deus, ou irá marginalizar a sua santidade, amor e justiça. Porque Deus é santo, ele está separado de todo pecado e, por conseguinte, em oposição a todo pecador. Porque Deus é amor, ele se deleita na pureza e, por necessidade, odeia tudo aquilo que é profano. Porque Deus é justo, ele deve castigar o pecado que viola a sua santidade.

Segundo, o ministério dos profetas  exige. Os profetas do passado proclamavam com frequência que os seus ouvintes, por causa de sua contínua impiedade, estavam acumulando para si mesmos a ira de Deus (Jeremias 4.4). No Antigo Testamento, mais de vinte palavras são usadas para descrever a ira de Deus, e essas palavras são usadas, em suas várias formas, num total de 580 vezes. De novo e de novo, os profetas falavam com imagens vívidas para descrever a ira de Deus derramada contra a impiedade. O último dos profetas, João Batista, escreveu acerca da “ira vindoura” (Mateus 3.7). De Moisés ao precursor de Cristo, houve um contínuo esforço para alertar os impenitentes do furor divino que os espera.

Terceiro, a pregação de Cristo a exige. Ironicamente, Jesus teve mais a dizer acerca da ira divina do que qualquer outro na Bíblia. Nosso Senhor falou sobre a ira de Deus mais do que falou sobre o amor de Deus. Jesus alertou acerca do “inferno de fogo” (Mateus 5.22) e da “destruição” eterna (7.13) onde há “choro e ranger de dentes” (8.12). Sem rodeios, Jesus foi um pregador do fogo do inferno e da condenação. Os homens nos púlpitos fariam bem em seguir o exemplo de Cristo em sua pregação.

Quarto, a glória da cruz a exige. Cristo sofreu a ira de Deus por todos aqueles que haveriam de invocá-lo. Se não há nenhuma ira divina, não há nenhuma necessidade da cruz, muito menos da salvação das almas perdidas. De que os pecadores precisariam ser salvos? Apenas quando reconhecemos a realidade da ira de Deus contra aqueles que merecem o juízo é que nós descobrimos que gloriosa notícia é a cruz. Muitos ocupantes de púlpito de hoje se vangloriam de terem um ministério centrado na cruz, embora raramente, se é que o fazem, pregam a ira divina. Isso é uma violação da própria cruz.

Quinto, o ensino dos apóstolos a exige. Aqueles que foram diretamente comissionados por Cristo foram incumbidos de proclamar tudo o que ele lhes havia ordenado (Mateus 28.20). Isso requer a proclamação da justa indignação de Deus contra os pecadores. O apóstolo Paulo advertia os descrentes do Deus que aplica ira (Romanos 3.5) e declara que somente Jesus pode nos “livrar da ira vindoura” (1Tessalonicenses 1.10). Pedro escreve sobre o “Dia do Juízo e da perdição dos homens ímpios” (2Pedro 3.7). Judas aborda a “pena do fogo eterno” (Judas 7). João descreve “a ira do Cordeiro” (Apocalipse 6.16). Claramente, os escritores do Novo Testamento reconheceram a necessidade da pregação da ira de Deus.

Os pregadores não devem se esquivar de proclamar o justo furor de Deus contra os pecadores que merecem o inferno. Deus tem um dia determinado no qual ele há de julgar o mundo com justiça (Atos 17.31). Este dia está despontando no horizonte. Assim como os profetas e apóstolos, e como o próprio Cristo, nós também devemos advertir os descrentes deste terrível dia vindouro e compeli-los a correrem para Cristo, o único que é poderoso para salvar.

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domingo, 22 de fevereiro de 2015

Como Ressuscitar os Mortos...P/04..22/02/2015..ULT PARTE



A criança foi coberta pelo corpo de Eliseu, e você deve cobrir sua classe com compaixão, estendendo-se agonicamente diante do Senhor, procurando o bem estar dos seus alunos. Observem neste milagre o processo usado para ressuscitar o morto: o Espírito Santo continua misterioso quanto as suas operações, mas a forma dos meios externos é-nos revelada claramente aqui.
Apareceu logo o resultado da obra do profeta: “a carne do menino se aqueceu”.
Quão satisfeito deve ter-se sentido Eliseu. Mas não creio que seu prazer e satisfação o tenham levado a afrouxar os seus esforços. Diletos amigos, nunca se dêem por satisfeitos ao ver os seus meninos numa condição ligeiramente esperançosa. Porventura uma jovem se aproximou de você e lhe pediu:
“Professor, ore por mim, professor”?
Alegre-se, pois é um belo sinal.
Busque mais que isso, porém. Notou lágrimas nos olhos de um rapaz quando lhe falava do amor de Cristo?
Dê graças por isso, porque o corpo está ganhando calor, mas não pare aí. Irá afrouxar agora o seu empenho? Lembre-se de que não atingiu a meta ainda. O que você quer é vida, não apenas calor. O que você quer, caro mestre, do seu querido aluno, não é apenas convicção, mas conversão. O seu desejo não é só de impressão, e sim de regeneração ou seja, vida, vida de Deus, a vida de Jesus. E disto que necessitam os seus alunos, e você não deve satisfazer-se com menos.
De novo lhes rogo que observem Eliseu. Houve uma pequena pausa. “Depois voltou, e passeou naquela casa duma parte para a outra”. Observem a inquietação do homem de Deus: não pode ficar sossegado. O menino se aquece (bendito seja Deus por isso), mas não está vivo ainda. Assim, em lugar de sentar-se em sua cadeira, à mesa, o profeta anda de um lado para outro com andar impaciente, intranqüilo, gemendo, suspirando, anelante e inquieto. Não poderia suportar o olhar da desconsolada mãe, ou ouvi-la perguntar:
 “Está restabelecido o menino?”.
Continuou, pois, a andar pela casa como se seu corpo não pudesse repousar por não estar satisfeita sua alma.
Imitem esta sagrada inquietação.
Quando virem que um rapaz está um tanto impressionado, não vão sentar-se e dizer:“O menino dá muita esperança, graças a Deus: estamos plenamente satisfeitos”. Jamais ganharão a pérola de grande preço desse jeito. Se hão de tornar-se pais espirituais na igreja, é preciso que fiquem tristes, inquietos, perturbados. A expressão de Paulo não é para ser explicada com palavras, mas vocês precisam conhecer o seu significado em seus corações: “de novo sofro as dores de parto, até ser Cristo formado em vós”. Oxalá o Espírito lhes dê essas dores internas, esse desassossego, essa inquietação, e essa sagrada intranqüilidade, até que vejam salvadoramente convertidos os seus esperançosos alunos!
Depois de um breve período andando de cá para lá, o profeta “tornou a subir, e se estendeu sobre o menino”. O que é bom uma vez, é bom outra vez. O que é bom duas vezes, é bom sete. Tem que haver perseverança e paciência.
 Domingo passado vocês foram muito zelosos; não sejam indolentes no domingo que vem. Como é fácil pôr abaixo num dia o que edificamos no dia anterior! Se pelo trabalho de um domingo Deus me capacita a convencer uma criança de que eu estava agindo com seriedade, devo tomar cuidado de não a convencer, no domingo seguinte, de que não estou com aquele zelo sério. Se o meu calor passado aqueceu o menino, não permita Deus que a minha frieza futura torne a esfriar-lhe o coração! Assim como o calor de Eliseu passou a criança, o frio de vocês passará para os seus alunos, se não estiverem com a alma cheia de ardor.
Eliseu estendeu-se de novo sobre o leito com muita oração, ansioso e cheio de fé, e por fim obteve o que queria: “o menino espirrou sete vezes, e abriu os olhos”. Qualquer movimento seria sinal de vida e alegraria o profeta. Alguns dizem que o menino “espirrou”, porque morrera de uma doença da cabeça, pois havia dito ao pai: “Ai, a minha cabeça! ai, a minha cabeça!”, e os espirros serviram para limpar os condutos vitais que tinham ficado bloqueados. Não sabemos. O ar fresco, ao entrar de novo nos pulmões, bem poderia ter causado os espirros. O som não foi nem bem articulado nem musical, mas foi bom sinal de vida. Isso é tudo que deveríamos esperar dos jovens quando Deus lhes dá vida espiritual.
Alguns membros da igreja esperam muitíssimo mais, porém eu, de minha parte, fico satisfeito se as crianças espirram  se dão algum sinal verdadeiro da graça, por fraco ou vago que seja. Se o caro menino reconhece o seu estado de perdição, e põe a sua confiança na obra perfeita de Jesus, ainda que notemos isso apenas por alguma expressão muito vaga, não como a que receberíamos de um doutor em teologia ou esperaríamos de uma pessoa adulta não havemos de dar graças a DEUS e receber o pequenino e cuidar dele para o Senhor?
Se Geazi estivesse ali, talvez não desse grande importância aos espirros, porque não se havia estendido sobre o menino nenhuma vez; mas isso contentou a Eliseu. Da mesma maneira, se vocês e eu temos de fato agonizado em oração pelas almas, teremos olhar bastante aguçado para captar o primeiro sinal da graça, e seremos agradecidos a Deus, mesmo que o indício não passe de um espirro.
Em seguida o menino abriu os olhos, e nos aventuramos a dizer que Eliseu achou que jamais tinha visto olhos tão formosos. Não sei de que tipo eram esses olhos, se eram castanhos ou azuis, mas sei que quaisquer olhos que Deus vos ajude a abrir serão belíssimos para vocês. Outro dia ouvi um professor falar de um “excelente rapaz” que fora salvo em sua classe, e outro fez referência a uma “querida jovem” de sua classe que amava Senhor. Não duvido. Seria de estranhar que não parecessem “excelente” e “querida" aos olhos daqueles que os levaram a Jesus, pois para Jesus Cristo os salvos são ainda mais excelentes e queridos. Diletos amigos, queira Deus que com freqüência fitem olhos abertos, olhos que, se a graça divina não se tivesse apropriado do ensino ministrado por vocês, teriam permanecido nas trevas, sob o véu da morte espiritual! Então vocês poderão considerar-se deveras favorecidos. Uma palavra de advertência. Há nesta reunião algum Geazi? Se no meio deste grande grupo de professores da escola dominical há alguém que não pode fazer mais que levar o bordão, dá-me pena! Ah! meu amigo, que Deus, em Sua misericórdia, lhe dê vida pois, de que outra forma pode esperar ser o meio para ressuscitar a outros? Se Eliseu fosse também um cadáver, seria inútil esperar que a vida fosse comunicada colocando um corpo sobre outro. Em vão esta ou aquela pequena classe de almas mortas se reunirá em torno doutra alma morta, como você. A mãe morta, queimada pela geada e enregelada, não pode dar alento ao seu filhinho. Que calor e que ânimo podem receber os que ficam a tiritar junto a uma lareira apagada? Assim é você. Oxalá opere a graça em sua alma primeiro, e depois o bendito e eterno Espírito de Deus que, só Ele, pode vivificar as almas,
faça de você um instrumento para a vivificação de muitos, para a glória da Sua graça!
Caros amigos, aceitem minhas saudações fraternais, e creiam que minhas fervorosas orações estão com vocês, para que Deus lhes abençoe e lhes faça uma bênção.
                     
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